O Supremo gastou neste ano 556 milhões de reais, apenas 5% a menos que em 2019, quando as despesas somaram 585 milhões, segundo levantamento feito pela Gazeta do Povo.
Num ano em que a maioria dos 1,7 mil servidores trabalhou em home office, as despesas com pessoal cresceram 40% e alcançaram 196 milhões de reais.
O maior contrato foi com a Fundação para o Desenvolvimento da Comunicação, responsável pela gestão da TV Justiça: gastos de 20 milhões ao longo do ano.
O plano de saúde dos servidores consumiu 13,7 milhões e a segurança dos ministros fez a Corte gastar 10,1 milhões dos cofres públicos.
Com informações do site O Antagonista