Por Dora Monteiro
Com a participação de representantes de pastores e lideranças religiosas a Aleac realizou nesta sexta-feira, 10, sessão solene em homenagem ao Dia da Bíblia, cuja data oficial para os evangélicos é comemorada no segundo domingo do mês de dezembro. O evento foi realizado por iniciativa de requerimento do deputado Sargento Cadmiel Bomfim (PSDB), que além de militar é membro de tradicional família de lideranças da Igreja Assembleia de Deus em Feijó.
Sargento Cadmiel também presidiu a sessão solene e fez o discurso inaugural, lembrando da importância de ter a Bíblia sendo lembrada e festejada pelo Poder Legislativo Acreano. “Quem lê a Bíblia deve sempre ter em mente de que está folheando páginas que contam histórias ocorridas há pelo menos seis mil anos, desde Adão e Eva até o início da Era Cristã”, lembrou o parlamentar. De acordo com ele, a Bíblia levou 1.500 anos para ser escrita e sua primeira impressão levou cinco anos, entre 1455 e 1460, de modo que neste ano completou 651 anos sem nunca ser contestada ou corrigida.
Líderes evangélicos de várias denominações do Acre estiveram presentes na solenidade do Dia da Bíblia, na ALEAC/Foto: Sirnande Melo
Além do deputado, se revezaram na Tribuna, o gideão internacional Luiz Oliveira, representante dos Gideões Internacionais; Eldo Gama, presidente da Associação dos Ministros Evangélicos do Estado do Acre (Ameac); Alexandre Bastos, da Igreja Nova Aliança; Dario Felipe, da Assembleia de Deus do Segundo Distrito; Davi Santiago, da Assembleia de Deus de Rio Branco e Josemar Lima, da Sociedade Bíblica do Brasil.
O pastor Luiz Oliveira fez pronunciamento reforçando as palavras do Sargento Cadmiel sobre a importância da Bíblia. Segundo ele, os Gideões Internacionais são uma entidade fundada em 1899 nos EUA com a finalidade de difundir o livro sagrado, já tendo distribuído mais de dois bilhões de exemplares no mundo, entre os quais 200 miilhõoes só no Brasil.Todos os pastores convidados contribuíram com o evento participando da tribuna, que teve como último orador, de surpresa, o pregador popular conhecido como Evangelista Rivaldo, que acabava de chegar de uma de suas pregações voluntárias pelo centro de Rio Branco.