Sexta-feira, 4 de Abril de 2025
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Bolsonaro afirma que governo vai prorrogar o auxílio emergencial

Confirmação veio depois de um dia de discussões intensas sobre o benefício. Em postagem na manhã desta quinta (25), o ministro Luiz Eduardo Ramos chegou a antecipar a notícia, mas ela foi apagada minutos depois

 

O presidente Jair Bolsonaro confirmou, na noite desta quinta-feira (25), que o governo federal vai prorrogar o auxílio emergencial. O anúncio foi depois de um dia de discussões intensas sobre o benefício.

O ministro da Secretaria de Governo da Presidência, Luiz Eduardo Ramos, escreveu em uma rede social as 7h05 da manhã: o governo vai pagar três parcelas adicionais, de R$ 500, R$ 400 e R$ 300 do auxílio emergencial.

A proposta faria o benefício chegar este ano a pelo menos R$ 229,5 bilhões. Segundo ele, 53% de toda a transferência de renda já feita pelo Bolsa Família desde o início do programa, em 2004.

Minutos depois, a postagem foi apagada. A assessoria explicou que o assunto ainda estava em discussão.

Ramos foi pessoalmente até a residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Maia defende o valor de R$ 600 para parcelas extras.

Em seguida, a reunião foi no Palácio do Planalto. O presidente Jair Bolsonaro discutiu o benefício com os ministros da Economia e da Cidadania, os presidentes do Banco Central e da Caixa Econômica Federal.

O governo chegou a anunciar uma entrevista coletiva no meio da tarde, mas ela foi cancelada.

Na Câmara, o presidente Rodrigo Maia voltou a defender a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 por mais dois meses.

No início da noite desta quinta-feira (25), em uma rede social, ao lado do ministro Paulo Guedes, Bolsonaro anunciou o pagamento da terceira parcela do auxílio.

Guedes disse que os pagamentos começam no próximo sábado (27) e seguem até o sábado seguinte, dia quatro de julho.

Bolsonaro confirmou que pretende fazer mais três pagamentos do auxílio: “Nós vamos. Não está definido ainda, os números, mas nós vamos prorrogar por mais dois meses um auxílio que vai partir para uma adequação. Não é... Então serão R$ 1200 em 3 parcelas, basicamente deve ser dessa maneira. Deve ser. Estamos estudando. R$ 500, R$ 400, e R$ 300. Vão perfazer em dois meses”, disse.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, também admitiu que os programas de crédito do governo federal para ajudar as empresas na pandemia tiveram um desempenho insatisfatório e que a equipe econômica está trabalhando para aperfeiçoá-los.

Por Jornal Nacional

 

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Vereador é flagrado cheirando calcinha durante sessão virtual

Fato aconteceu durante sessão virtual dos vereadores de Bragança Paulista

O vereador Ditinho do Asilo (PSC) foi flagrado durante a chamada de vídeo para a sessão da Câmara de Bragança Paulista cheirando uma calcinha comestível. O flagrante aconteceu durante a sessão desta terça-feira (23). Veja o vídeo acima.

Com a pandemia, a Câmara de Bragança Paulista decidiu manter as sessões, mas de forma virtual, por chamada de vídeo. Na sessão ordinária do dia 23, enquanto uma vereadora comentava sobre cortes de árvores na cidade o vereador, que estava participando da sessão, aparece com uma calcinha vermelha na mão. Ele olha a peça e, em seguida, cheira.

De acordo com o vereador, ele estava em seu gabinete no momento do vídeo para a sessão, quando recebeu um pacote de presente enviado por um amigo. Ele conta que desativou o microfone da chamada com os vereadores para ver o que havia ganho, achando que o vídeo também seria desativado automaticamente, mas foi flagrado.

Na imagem, outro vereador ainda tenta alertar o parlamentar. Instantes depois, ele percebe que está sendo filmado e afasta a câmera.

"Foi uma infelicidade pela minha falta de prática com essa coisa de tecnologia. Eu usava uma camiseta rosa e, para brincar, um amigo me mandou essa calcinha. Era um item desses de sexy shop, que é comestível. Por isso cheirei. Eu tenho família. Isso era só uma piada que, por ingenuidade minha, virou pública", comentou Ditinho, que é casado e tem filhos.

Por G1

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Morre com suspeita de coronavírus ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, mais conhecido como "Lalau"

O ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, conhecido como "Lalau", morreu hoje aos 91 anos de idade. Ele estava internado com quadro de pneumonia e com suspeita de covid-19, no Hospital São Luiz Morumbi, na cidade de São Paulo. A morte foi confirmada ao UOL por pessoas próximas ao ex-magistrado. 

Lalau foi condenado por corrupção e outros crimes por sua participação no esquema de superfaturamento da construção da sede do Fórum Trabalhista de São Paulo, no final dos anos 1990.

De acordo com documentos judiciais e médicos, aos quais a reportagem teve acesso, o ex-magistrado foi diagnosticado por médicos com a doença provocada pelo novo coronavírus, quando deu entrada em um leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital, no último dia 12 deste mês; ele sentia falta de ar. Porém, ainda não saíram os resultados dos exames que podem confirmar se ele estava mesmo com covid-19.

Seus advogados entraram na Justiça de São Paulo para que o plano de saúde contratado por Lalau cobrisse as despesas da internação. A operadora alegava que o ex-juiz estava inadimplente.

 "Os médicos informaram que, de acordo com o resultado da tomografia realizada, o autor contraiu referido vírus, contudo, por não se tratar de procedimento efetivamente adequado, mesmo que plenamente capaz de detectar o vírus, aguarda-se o relatório médico oficial", lê-se na petição da defesa de Nicolau dos Santos Neto.

Desvio milionário

O ex-juiz ficou conhecido nacionalmente quando veio à tona em 1998 o escândalo de superfaturamento na construção da sede do Fórum Trabalhista de São Paulo. As investigações detectaram um desvio de R$ 169 milhões na obra - o montante superou R$ 1 bilhão em valores atualizados, de acordo com o Ministério Público Federal.

O Ministério Público passou a investigá-lo após um ex-genro denunciar que ele acumulava patrimônio incompatível com os rendimentos de um magistrado, inclusive uma casa luxuosa no Guarujá, um apartamento em Miami (EUA) e US$ 4 milhões na Suíça - todos esses bens foram confiscados pela Justiça.

Com informações do UOL

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